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Quais os benefícios da assertividade?

Assertividade é a habilidade de se comunicar com clareza, confiança e objetividade.

É própria de pessoas que conseguem dizer o que sentem, pensam e precisam. Sem perder de vista o respeito às opiniões alheias.

A partir dessa definição, bastante sintética, você pode começar a entender porque a assertividade é considerada uma das competências mais importantes em ambientes de trabalho.

Certamente, sua aplicação é vantajosa em uma diversidade de outros cenários.

Afinal, nosso desejo é, sempre, de uma comunicação eficiente e honesta. Que não gere mal-entendidos, atritos e mágoas.

Se você se identificou com o propósito da assertividade, pelo que pontuamos até aqui, continue a leitura!

Você vai descobrir outros excelentes motivos para investir no desenvolvimento dessa habilidade.

Vamos lá?

Benefícios da assertividade: conheça 3 razões para ser assertivo

Você pode estar pensando: “mas eu já tenho um estilo de comportamento, não sei se consigo mudar”.

Então, vamos a um esclarecimento necessário. A assertividade é um aprendizado.

Consiste em ajustes que, sim, você é capaz de realizar. Sem jogar fora sua personalidade.

Acredite, não há muito tempo, as pessoas não tinham o hábito de usar os cintos de segurança de seus carros. Mas elas modificaram seu comportamento, conforme foram estimuladas por informações sobre as vantagens desse acessório — ou pela ameaça de multas, caso o esqueçam.

É um exemplo simples, mas que ilustra o ponto que defendemos aqui.

Somos passíveis de mudanças, não importa a idade, desde que possamos compreender os prós das substituições.

Portanto, avalie os argumentos que vamos expor e conclua se não vale a pena dar espaço à assertividade em sua conduta.

1. A assertividade reduz o estresse

Você vive estressado? Saberia dizer por quê?

Pense um pouco. Acaso seu estresse tem relação com a quantidade de coisas que precisa gerenciar? Com o acúmulo de tarefas, profissionais e domésticas, que deve dar conta?

Provavelmente, sua resposta é sim.

Agora, seja franco. Quanto dessa pressão é resultado do que você permite que lhe aconteça?

Será mesmo que você precisa se conformar e, simplesmente, abraçar uma infinidade de obrigações, com prazos apertados e recursos insuficientes?

Talvez, sem perceber, você esteja sendo muito passivo. Ou seja, por medo de desapontar, contrariar ou desagradar às pessoas, você acaba limitando sua capacidade de negociar.

Também é possível que você seja do tipo que prefere assumir as responsabilidades logo, para “encurtar” a conversa. Você poderia delegar tarefas, pedir ajuda. Mas não tem paciência para explicar — e desconfia dos resultados.

Nos dois casos, você sabe, está se prejudicando.

E sem necessidade.

Como alterar esse padrão de atitude? Experimente a comunicação assertiva.

Quando alguém lhe pede algo, não se apresse em ser solícito. Pondere, consigo mesmo, suas reais condições de realizar aquela ação. Complica a sua vida? Não esconda isso. Proponha uma solução alternativa. Ou, apenas, diga não.

Ninguém o julgará incompetente ou menos digno de afeto em função de uma recusa ou negociação.

Apresente os argumentos necessários, conforme a situação. Veja bem, não se trata de criar uma narrativa interminável de desculpas. Seja enxuto e objetivo.

Pode delegar a tarefa? Deixe de lado sua tendência centralizadora e exercite sua capacidade de passar instruções claras. Se você sabe de que precisa, consegue orientar. Vale o esforço, acredite.

2. A assertividade aumenta sua autoconfiança e autoestima

Você pode se considerar uma pessoa assertiva quando é honesto sobre seus sentimentos e percepções.

Apenas não confunda autenticidade com arrogância. Defenda seus direitos e opiniões, sem ridicularizar os outros. Você não precisa disso.

Na verdade, ao adotar um comportamento assertivo, naturalmente você optará por apresentar seu ponto de vista de forma a se fazer entender. É uma premissa desse estilo de comunicação.

Se estiver desdenhando da opinião contrária — ou estiver querendo “vencer no grito” — saiba que escolheu o caminho errado!

E por que a fala que visa a compreensão faz bem à autoconfiança e autoestima?

Essencialmente, porque você dá poder e dignidade à sua voz.

Se acredita que o que pensa tem valor, você vai querer expor suas ideias. Enquanto as guarda, em silêncio, está dizendo a si mesmo que duvida de sua legitimidade.

Porém, apenas externar o pensamento não é o bastante. Você deseja que suas ideias sejam assimiladas. Logo, deve cuidar para que seu raciocínio faça sentido e possa promover reflexão.

Assim você transmite relevância. Respeita a si mesmo e se faz respeitar.

E, convenhamos, não há nada melhor para fortalecer o amor-próprio do que a afirmação de valores pessoais. Com coragem, coerência e convicção.

Ainda que discordem de você, as pessoas saberão reconhecer seus argumentos.

3. A assertividade melhora seus relacionamentos

Se existe uma “fórmula” para relacionamentos saudáveis, necessariamente, ela inclui dois elementos: empatia e assertividade.

E não nos referimos, apenas, a relacionamentos amorosos. Amizades, convivências profissionais, sociais e familiares são igualmente favorecidas por tais comportamentos.

A empatia nos ensina a arte da escuta. Propõe que tenhamos atenção com a perspectiva do outro, a ponto de conseguirmos experimentar suas razões e sentimentos.

A assertividade, por sua vez, nos instiga a usar a oratória, com o mesmo respeito e esforço de conexão.

Escolher a comunicação assertiva implica em conduzir conversas de modo a honrar a própria verdade.

Sem agressividade, ironia ou sugestão de superioridade. E, certamente, distante de comentários autodepreciativos ou vitimistas.

A assertividade preza pelo equilíbrio. Pelo senso de justiça e transparência.

É um jogo de ganha-ganha.

Colocar essa dinâmica em prática exige disposição. Mas, como acontece com qualquer habilidade, ela se torna intuitiva e espontânea, conforme nos dedicamos a desenvolvê-la.

Aceita uma sugestão? Treine sua assertividade com as pessoas mais próximas, com aquelas com as quais se sente à vontade para dialogar.

Veja como se sai ao debater suas impressões sobre um filme, apresentar argumentos sobre uma causa que lhe cativa e propor alternativas para momentos de lazer, por exemplo.

Mais uma dica: vá além deste texto. Busque outras informações sobre assertividade.

E se precisar de uma ajuda, conte conosco! Deixe, nos comentários abaixo, o registro de suas dúvidas e sugestões para próximos textos. Vamos continuar esta conversa!

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